sábado, 8 de outubro de 2016

Feel alone now

E esta é a casa onde eu, eu me sinto sozinho, me sinto sozinho agora.
E esta é a casa onde eu poderia ser um desconhecido, estar sozinho agora.
Logo as ondas e eu acharemos uma revolução na maré. Logo, as ondas e eu acharemos uma corrente de volta.

domingo, 2 de outubro de 2016

A broken man

Alguns chamam isso de doença.
Alguns chamam-lhe dor.
Alguns só riem.
Mas querida, é como a chuva. É como quando estamos sedentos, e não há nenhuma gota de chuva no céu.
É como trazer a escuridão quando a escuridão já caiu. É como quebrar os sonhos de um homem quebrado.
E nada faz isso parecer com a chuva vindo ...

A broken man

Alguns chamam isso de doença.
Alguns chamam-lhe dor.
Alguns só riem.
Mas querida, é como a chuva. É como quando estamos sedentos, e não há nenhuma gota de chuva no céu.
É como trazer a escuridão quando a escuridão já caiu. É como quebrar os sonhos de um homem quebrado.
E nada faz isso parecer com a chuva vindo ...

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Preciso me encontrar

Deixe-me ir preciso andar. Vou por aí a procurar... Rir pra não chorar.
Quero assistir ao sol nascer, ver as águas dos rios correr, ouvir os pássaros cantar. Eu quero nascer! Quero viver! Deixe-me ir, preciso andar. Vou por aí a procurar... Rir pra não chorar.
Se alguém por mim perguntar, diga que eu só vou voltar depois que me encontrar.

sábado, 25 de junho de 2016

Em breve tudo estará acabado e enterrado com o nosso passado. Nós costumávamos brincar lá fora quando éramos jovens, cheios de vida e de amor. Alguns dias não sei se estou certa ou errada. Sua mente está pregando peças em você, minha querida.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

My love, why do you run?

Querida você não entende? Que não há vencedores? Ou medalhas penduradas em fios de seda te dando boas-vindas na linha de chegada. Enquanto estamos nos dissolvendo no mar, eu só pego o que posso carregar. Enquanto o conselho vasculha nossos destroços, atrás de tesouros que nunca enterramos.
Meu amor, porque você corre? Minhas mãos estão desarmadas.
Querida você pode fingir, fingir que você é altruísta. Você quebra com a menor dobrada que te deixa perdida e desamparada.
Então pra quem você vai ligar? Na mais fria noite de inverno? Porque os números mudam e as pessoas caem. E amigos, eles estão sempre divididos.
Meu amor, porque você corre? Minhas mãos não seguram armas... Meu amor, porque você corre? Minhas mãos não seguram armas... Elas não seguram armas. Não, nenhuma.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Você causa tanto estrago, como consegue me fazer rastejar de volta atrás de mais?

terça-feira, 12 de abril de 2016

QUEM É O INIMIGO? QUEM É VOCÊ?

Nossas meninas estão longe daqui não temos com quem chorar e nem pra onde ir. Se lembra quando era só brincadeira, fingir ser soldado a tarde inteira? Mas agora a coragem que temos no coração parece medo da morte mas não era então. Tenho medo de lhe dizer o que eu quero tanto. Tenho medo e eu sei porque: Estamos esperando...
Quem é o inimigo? Quem é você?
Quem é o inimigo? Quem é você?
Nos defendemos tanto tanto sem saber porque lutar.
Nossas meninas estão longe daqui, e de repente eu vi você cair. Não sei armar o que eu senti, não sei dizer que vi você ali.
Quem vai saber o que você sentiu? Quem vai saber o que você pensou? Quem vai dizer agora o que eu não fiz? Como explicar pra você o que eu quis?
Somos soldados... Pedindo esmola.
E a gente não queria lutar. E a gente não queria lutar. E a gente não queria lutar. E a gente não queria lutar.

domingo, 10 de abril de 2016

“Dá-se em mim uma suspensão da vontade, da emoção, do pensamento, e esta suspensão dura magnos dias. (…) Nesses períodos de sombra, sou incapaz de pensar, de sentir, de querer. (…) Não posso; é como se dormisse e os meus gestos, as minhas palavras, os meus atos certos, não fossem mais que uma respiração periférica, instinto rítmico de um organismo qualquer.” – Fernando Pessoa

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Remember me

Por favor, lembre-se de mim, da minha miséria, e de como eu perdi tudo o que queria.
Aqueles cachorros que amam a chuva e trens perseguidores, os pássaros coloridos lá em cima correndo em círculos em volta do poço, e onde ele descansa na parede atrás do st. Peter, tão brilhante com cinzas e tinta spray: "quem diabos pode ver para sempre?" Por favor, lembre-se, raramente, no carro atrás do carnaval. Minha mão entre seus joelhos, você virou para mim e disse
"o espetáculo do trapezista foi maravilhoso, Mas nunca foi feito para durar"
os palhaços que passaram me viram cheio de raiva. Quando encheu o estacionamento com cachorros do circo, tinha um elemento de perigo.