O valor de um amor não se pode comprar, onde estará a fonte que esconde a vida.
O raio de sol nascente brotando a semente.
Os anos passam sem parar, e não vemos uma solução, só vemos promessas de um futuro que não passa de ilusão, e a esperança do povo vem da humildade de seus corações, que jogam suas vidas, seu destino nas garras de famintos leões.
Deixa o menino jogar ô iaiá. Deixa o menino jogar ô iaiá. Deixa o menino aprender, ô iaiá. Que a saúde do povo daqui, é o medo dos homens de lá, a consciência do povo daqui, é o medo dos homens de lá, a sabedoria do povo daqui, é o medo dos homens de lá.
O valor de um amor não se pode comprar, onde estará a fonte que esconde a vida
Raio de sol nascente brotando a semente...
Sinhá me diz porque é que o menino chorou, quando chegou em casa e num canto escuro encontrou, a sua princesa e o moleque fruto desse amor,
chorando de fome sem saber quem o escravizou.
Deixa o menino jogar ô iaiá.
Deixa o menino jogar ô iaiá.
Deixa o menino aprender ô iaiá.
Que a saúde do povo daqui,
é o medo dos homens de lá.
A consciência do povo daqui,
é o medo dos homens de lá.
Sabedoria do povo daqui,
é o medo dos homens de lá.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Deixa o menino jogar
O valor de um amor não se pode comprar, onde estará a fonte que esconde a vida.
O raio de sol nascente brotando a semente.
Os anos passam sem parar, e não vemos uma solução, só vemos promessas de um futuro que não passa de ilusão, e a esperança do povo vem da humildade de seus corações, que jogam suas vidas, seu destino nas garras de famintos leões.
Deixa o menino jogar ô iaiá. Deixa o menino jogar ô iaiá. Deixa o menino aprender, ô iaiá. Que a saúde do povo daqui, é o medo dos homens de lá, a consciência do povo daqui, é o medo dos homens de lá, a sabedoria do povo daqui, é o medo dos homens de lá.
O valor de um amor não se pode comprar, onde estará a fonte que esconde a vida
Raio de sol nascente brotando a semente...
Sinhá me diz porque é que o menino chorou, quando chegou em casa e num canto escuro encontrou, a sua princesa e o moleque fruto desse amor,
chorando de fome sem saber quem o escravizou.
Deixa o menino jogar ô iaiá.
Deixa o menino jogar ô iaiá.
Deixa o menino aprender ô iaiá.
Que a saúde do povo daqui,
é o medo dos homens de lá.
A consciência do povo daqui,
é o medo dos homens de lá.
Sabedoria do povo daqui,
é o medo dos homens de lá.
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