Todo dia um ninguém josé acorda já deitado. Todo dia ainda de pé, o zé dorme acordado. Todo dia o dia não quer raiar o sol do dia. Toda trilha é andada com a fé de quem crê no ditado, de que o dia insiste em nascer, mas o dia insiste em nascer pra ver deitar o novo.
Toda rosa é rosa porque assim ela é chamada. Toda Bossa é nova e você não liga se é usada. Todo o carnaval tem seu fim. Todo o carnaval tem seu fim, e é o fim, e é o fim.
"Deixa eu brincar de ser feliz, Deixa eu pintar o meu nariz".
Toda banda tem um tarol, quem sabe eu não toco. Todo samba tem um refrão pra levantar o bloco. Toda escolha é feita por quem acorda já deitado. Toda folha elege um alguém que mora logo ao lado. E pinta o estandarte de azul, e põe suas estrelas no azul, pra que mudar?
Deixa eu brincar de ser feliz, Deixa eu pintar o meu nariz.
domingo, 24 de junho de 2012
Todo Carnaval Tem Seu Fim
Todo dia um ninguém josé acorda já deitado. Todo dia ainda de pé, o zé dorme acordado. Todo dia o dia não quer raiar o sol do dia. Toda trilha é andada com a fé de quem crê no ditado, de que o dia insiste em nascer, mas o dia insiste em nascer pra ver deitar o novo.
Toda rosa é rosa porque assim ela é chamada. Toda Bossa é nova e você não liga se é usada. Todo o carnaval tem seu fim. Todo o carnaval tem seu fim, e é o fim, e é o fim.
"Deixa eu brincar de ser feliz, Deixa eu pintar o meu nariz".
Toda banda tem um tarol, quem sabe eu não toco. Todo samba tem um refrão pra levantar o bloco. Toda escolha é feita por quem acorda já deitado. Toda folha elege um alguém que mora logo ao lado. E pinta o estandarte de azul, e põe suas estrelas no azul, pra que mudar?
Deixa eu brincar de ser feliz, Deixa eu pintar o meu nariz.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário