Acendo um cigarro, olho para o lado vejo você em meio a tanta gente agitada sem saber o porque. Do lado uma cidade tão sem graça e sem nada pra fazer, procuro o fim do mundo em um segundo pra tentar te esquecer. O dia tá escuro e eu procuro um meio de te dizer que a vida ta cansada e eu não agüento esse jogo de perder, o tempo dessa onda já passou da conta, e eu não sei porque procuro no escuro uma razão para tentar te entender.
Você ganhou, e eu que tenho que ouvir você dizer... Que tudo que eu fiz não valeu nada.
Não tenho medo de você, você não tem medo de mim, sentado e longe de você
não fico até o fim, eu disse tudo pra valer, mas você não me disse sim.
Me diz que não dá bola, joga fora, que nunca vai ceder, achou que entendia e não queria mais saber de entender. Olhou para o meu olho tanto tempo e fez questão de dizer, que aquilo não valia, que eu sabia e que era pra esquecer. E eu que tenho que ouvir você dizer que tudo que eu fiz não valeu nada.
domingo, 24 de junho de 2012
Sabrina
Acendo um cigarro, olho para o lado vejo você em meio a tanta gente agitada sem saber o porque. Do lado uma cidade tão sem graça e sem nada pra fazer, procuro o fim do mundo em um segundo pra tentar te esquecer. O dia tá escuro e eu procuro um meio de te dizer que a vida ta cansada e eu não agüento esse jogo de perder, o tempo dessa onda já passou da conta, e eu não sei porque procuro no escuro uma razão para tentar te entender.
Você ganhou, e eu que tenho que ouvir você dizer... Que tudo que eu fiz não valeu nada.
Não tenho medo de você, você não tem medo de mim, sentado e longe de você
não fico até o fim, eu disse tudo pra valer, mas você não me disse sim.
Me diz que não dá bola, joga fora, que nunca vai ceder, achou que entendia e não queria mais saber de entender. Olhou para o meu olho tanto tempo e fez questão de dizer, que aquilo não valia, que eu sabia e que era pra esquecer. E eu que tenho que ouvir você dizer que tudo que eu fiz não valeu nada.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário