Quem bater primeira dobra do mar dá de lá bandeira qualquer... Aponta pra fé e rema.
É, pode ser que a maré não vire, pode ser do vento vir contra o cais
e se já não sinto teus sinais, pode ser da vida acostumar.
Será, Morena? Sobre estar só, eu sei... nos mares por onde andei,
devagar... dedicou-se mais o acaso a se esconder.
E agora o amanhã, cadê?
Atlas Shrugged, Ayn Rand escreveu:
“Não deixe sua chama se apagar com a indiferença. Nos pântanos desesperançosos do ainda, do agora não. Não permita que o herói na sua alma padeça frustrado e solitário com a vida que ele merecia, mas nunca foi capaz de alcançar. Podemos alcançar o mundo que desejamos. Ele existe. É real. É possível. É seu.”.
sábado, 23 de junho de 2012
Dois Barcos
Quem bater primeira dobra do mar dá de lá bandeira qualquer... Aponta pra fé e rema.
É, pode ser que a maré não vire, pode ser do vento vir contra o cais
e se já não sinto teus sinais, pode ser da vida acostumar.
Será, Morena? Sobre estar só, eu sei... nos mares por onde andei,
devagar... dedicou-se mais o acaso a se esconder.
E agora o amanhã, cadê?
Atlas Shrugged, Ayn Rand escreveu:
“Não deixe sua chama se apagar com a indiferença. Nos pântanos desesperançosos do ainda, do agora não. Não permita que o herói na sua alma padeça frustrado e solitário com a vida que ele merecia, mas nunca foi capaz de alcançar. Podemos alcançar o mundo que desejamos. Ele existe. É real. É possível. É seu.”.
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