Deixo tudo assim não me importo em ver a idade em mim, ouço o que convém... Eu gosto é do gasto. Sei do incômodo e ela tem razão, quando vem dizer, que eu preciso sim de todo o cuidado. E se eu fosse o primeiro a voltar pra mudar o que eu fiz, quem então agora eu seria? Ah, tanto faz que o que não foi não é. Eu sei que ainda vou voltar... Mas eu, quem será? Deixo tudo assim, não me acanho em ver vaidade em mim. Eu digo o que condiz. Eu gosto é do estrago. Sei do escândalo, e eles têm razão, quando vêm dizer que eu não sei medir, nem tempo e nem medo. E se eu for o primeiro a prever, e poder desistir do que for dar errado? Ahhh Ora, se não sou eu quem mais vai decidir o que é bom pra mim? Dispenso a previsão! Ah, se o que eu sou é também o que eu escolhi ser. Aceito a condição. Vou levando assim, que o acaso é amigo do meu coração. Quando fala comigo, quando eu sei ouvir.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
O velho e o moço
Deixo tudo assim não me importo em ver a idade em mim, ouço o que convém... Eu gosto é do gasto. Sei do incômodo e ela tem razão, quando vem dizer, que eu preciso sim de todo o cuidado. E se eu fosse o primeiro a voltar pra mudar o que eu fiz, quem então agora eu seria? Ah, tanto faz que o que não foi não é. Eu sei que ainda vou voltar... Mas eu, quem será? Deixo tudo assim, não me acanho em ver vaidade em mim. Eu digo o que condiz. Eu gosto é do estrago. Sei do escândalo, e eles têm razão, quando vêm dizer que eu não sei medir, nem tempo e nem medo. E se eu for o primeiro a prever, e poder desistir do que for dar errado? Ahhh Ora, se não sou eu quem mais vai decidir o que é bom pra mim? Dispenso a previsão! Ah, se o que eu sou é também o que eu escolhi ser. Aceito a condição. Vou levando assim, que o acaso é amigo do meu coração. Quando fala comigo, quando eu sei ouvir.
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