Tu, que escondes o amor do qual é detentor há milhões de dias. Tu que é próprio da dor, dela é professor e de natureza arredia. Ooh! Meu velho me salva! Me livra da mágoa
transforma em asas minha cruz. Tu que é da rejeição me traz proteção, me leva consigo.
Tu que, assim como eu, nunca aprendeu o que é temer um inimigo.
Ooh! Meu velho me salva! Me livra da mágoa. Transforma em asas minha cruz.
Tu de rosto marcado, que mantém guardado embaixo desse seu capuz.
Tu que é força e valor, é nobreza e pavor.
Mostra aqui se eu te faço jus.
Ooh! Meu velho me salva! Me livra da mágoa. Transforma em asas minha cruz. Senhor das Moscas, nas horas mais loucas de escuridão me acende a luz.
domingo, 24 de junho de 2012
Senhor das Moscas
Tu, que escondes o amor do qual é detentor há milhões de dias. Tu que é próprio da dor, dela é professor e de natureza arredia. Ooh! Meu velho me salva! Me livra da mágoa
transforma em asas minha cruz. Tu que é da rejeição me traz proteção, me leva consigo.
Tu que, assim como eu, nunca aprendeu o que é temer um inimigo.
Ooh! Meu velho me salva! Me livra da mágoa. Transforma em asas minha cruz.
Tu de rosto marcado, que mantém guardado embaixo desse seu capuz.
Tu que é força e valor, é nobreza e pavor.
Mostra aqui se eu te faço jus.
Ooh! Meu velho me salva! Me livra da mágoa. Transforma em asas minha cruz. Senhor das Moscas, nas horas mais loucas de escuridão me acende a luz.
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